Poema em memória
da Rainha Santa Isabel
Ó
mãe dos pobres, beleza pura
Foste
Rainha, com muita ternura.
Esposa
mãe e Rainha, em tão nobre criatura
Aos
pobres dava o que tinha, sempre com grande brandura.
D.
Diniz de manhãzinha, via-a sair passa a passo
Onde
vais minha Rainha?. E que levais no regaço.
Santa
Isabel por encanto, respondia com amor
O que
levo no meu manto, apenas rosas Senhor.
Caiem
no chão lindas rosas, naquele pátio Sagrado
Belas
e bem viçosas, que milagre abençoado.
Devota
a nossa Senhora, a quem sempre ela rezava
Foi
grande mediadora, nas guerras que enfrentava.
Na
Missa ou na Procissão, o povo tão bem lhe canta
Esta
no nosso caração, a nossa Rainha Santa.
Como
estimava os pobres, vestidinhos de burel
Serás
para todo o sempre, Rainha Santa Isabel.
Zulmira
Lourenço 2008
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